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COMUNICAÇÃO
SOCIAL
Rádio
Renascença, 02-03-2004
Aborto: Mais Vida... Muitas
assinaturas
O
movimento "Mais Vida, Mais Família" já entregou ao Presidente do Parlamento
cerca de 190 mil assinaturas contra a despenalização do aborto - um número que
expressa "a vontade dos portugueses".

"Quase 200 mil pessoas quiseram dar um sinal muito claro aos senhores deputados
que não podem, no uso do mandato que lhes foi conferido pelos eleitores, aprovar
legislação liberalizadora do aborto", defendeu José Paulo Carvalho, um dos
elementos da petição.
"Isso seria violar completamente a confiança dos portugueses nos senhores
deputados", acrescentou, argumentando: "Nós já tivemos um referendo, em que foi
votar quem quis (..) e o povo português manifestou-se contra o aborto".
Para José Paulo Carvalho, através das assinaturas recolhidas, as pessoas
quiseram mostrar "a sua discordância relativamente à liberalização do aborto" e
pedir "propostas específicas e concretas de apoio à família, de apoio à vida de
apoio à grávida em dificuldade e de garantia da vida humana desde o momento da
concepção até à morte natural".
Este promotor salientou ainda que o movimento cívico não tem "qualquer apoio
público ou partidário", nem pretende "ajudar absolutamente ninguém que não as
mulheres grávidas", rejeitando qualquer articulação com as posições de partidos
políticos sobre o aborto.
Na próxima quarta-feira, o movimento "Mais Vida, Mais Família" irá manifestar-se
em frente ao Parlamento.
Público, 02-03-2004
Mais Vida, Mais Família Reclama 190 Mil Assinaturas
Por NUNO SÁ LOURENÇO
| A associação Mais
Vida, Mais Família que no passado fim-de-semana anunciou o fim da
recolha das assinaturas contra a despenalização do aborto, afirmou
ontem ter já atingido as 190.635 assinaturas com as cartas que
recebeu durante sábado, domingo e segunda.
Isabel Carmo Pedro fez ontem o
balanço da iniciativa popular que será entregue hoje ao presidente
da Assembleia da República, Mota Amaral, tendo destacado o facto de
no espaço de um mês terem conseguido recolher um número de
assinaturas superior à petição oposta que insta a Assembelia da
República a avançar com o processo de referendo. "Conseguiu-se
ultrapassar largamente o número de assinaturas recolhidas pelo maior
partido da oposição parlamentar, em colaboração com outros partidos,
ao longo de seis meses e com uma enorme cobertura mediática, meios
financeiros e toda uma máquina partidária a trabalhar em uníssono".
disse Isabel Carmo Pedro.
Depois de reclamar o sucesso da
iniciativa, Isabel Carmo Pedro, concluiu que tal provava como uma
"falácia", a "ideia que o povo português mudou e, portanto, se
justifica um novo referendo". Para os promotores, a maioria dos
portugueses continua a considerar o "aborto como sendo
intrinsecamente um mal".
Teresa Aires de Campos afirma ser
esta iniciativa a que representa verdadeiramente o que o país pensa:
"Há uma voz que raramente é ouvida, mas que é a maioria".
Os organizadores reconheceram-se
surpreendidos com a rapidez com que atingiram o número de
assinaturas. Embora afirmando não duvidar nunca que seriam capazes
de ultrapassar a iniciativa da esquerda, admitiram alguma surpresa
até pelo carácter "informal" da associação e do processo. "Foi tudo
um bocado boca a boca, mão na mão, não sabemos sequer quantas
pessoas fizeram a recolha de assinaturas", afirmou Isabel Carmo
Pedro.
Pedro Líbano Monteiro acrescentou
que a folha de assinaturas começou por circular através dos
"mailings normais" das associações de que os promotores faziam
parte, para além da folha que "podia ser impressa a partir da
internet". "A nossa arma secreta foi o 'e-mail'", resumiu Pedro
Líbano Monteiro.
Para além da iniciativa popular, a
associação tem agendada uma manifestação para amanhã, dia em que se
debate o tema no Parlamento. A concentração está prevista para a
Basílica da Estrela, seguida da descida em silêncio até à Rua de São
Bento.
A recolha teve início a 24 de
Janeiro e teve como data limite para a entrega das folhas de
assinaturas a passada sexta-feira. A associação Mais Vida, Mais
Família foi criada exclusivamente para esta iniciativa. Os
promotores desta plataforma são os mesmos que se uniram na altura do
referendo sobre o aborto em 1998. Isabel Carmo Pedro, Teresa Aires
Campos e Pedro Líbano Monteiro, estão ligados ao movimento "Juntos
pela Vida". Líbano Monteiro é ainda dirigente da Associação de
Famílias Numerosas.
Os subscritores pedem à Assembleia
da República e ao Governo que aprovem "o reforço da protecção da
vida no decorrer da actual revisão constitucional", um "regime legal
de protecção jurídica para a vida na sua fase embrionária",
"iniciativas legislativas de promoção da família" e "medidas
concretas de defesa da vida da mulher bem como do recém-nascido".
Entre os que assinaram contam-se
personalidades como o economista João César das Neves, o
ex-dirigente do PSD, Eurico de Melo, e o treinador de futebol,
Fernando Santos.
Associação elogia PCP e critica BE
Alguns dos promotores da Mais Vida,
Mais Família foram ontem recebidos pelo chefe de gabinete do grupo
parlamentar do PCP, Augusto Flores. A associação tentou agendar
encontros com todos os grupos parlamentares, não tendo conseguido,
no entanto, agendar com o Bloco de Esquerda e o PS. Teresa Aires de
Campos elogiou a "grande abertura" demonstrada pelo comunista na
reunião, classificando o encontro como "uma lição de democracia".
Esta última expressão foi uma provocação ao Bloco de Esquerda que se
recusou a receber a plataforma anti-referendo. Sobre o PCP, Teresa
Aires de Campos afirmou a esperança de "encontrar pontes" por
acreditar que, apesar de tudo, "a maioria das pessoas, em ambos os
lados, só faz o que faz por pensar que é o melhor para a mulher".
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Rádio Renascença, 01-03-2004
Petição "Mais vida
mais família" ultrapassa expectativas
Numa altura que se procedem às últimas contagens, já são mais de 190 mil as
assinaturas a favor de medidas de reforço da protecção da família, do ser humano
e da vida desde a fase embrionária.
01-03-2004/17:12
Para os promotores da petição, não faz sentido voltar a perguntar aos
portugueses o que pensam sobre o aborto, pois defendem que a vida não é matéria
de referendo.
É urgente sim mudar as mentalidades, explica Teresa Campos, da plataforma mais
vida mais família.
A petição "Mais vida mais família" é entregue amanhã no Parlamento. Entre hoje e
amanhã os promotores da petição estão a ser recebidos por alguns partidos com
assento parlamentar. Na quarta-feira, dia do debate, promovem uma marcha em
silêncio até à Assembleia da República. A concentração está marcada para o meio
dia e meia no Largo da Estrela, em Lisboa.
TSF on line, 01-03-2004
«Mais Vida,
Mais Família» reuniu com PCP
O movimento «Mais Vida, Mais Família» reuniu-se
esta segunda-feira com o grupo parlamentar do PCP a quem apresentou uma
petição «a favor da vida» com 125 mil assinaturas, no âmbito da discussão
parlamentar sobre o aborto na próxima quarta-feira
A Assembleia
da República debate quarta-feira a interrupção voluntária da gravidez. Na
petição apresentada aos comunistas, o movimento «Mais Vida, Mais Família» pede
à Assembleia da República e ao Governo que aprovem, entre outras, o reforço da
protecção da vida, um regime legal de protecção jurídica de cada ser humano na
sua fase embrionária, iniciativas legislativas de promoção da família e
medidas concretas de defesa da vida e da dignidade de cada ser humano.
O documento foi entregue por vários
elementos do movimento, entre os quais Pedro Líbano Monteiro, para quem «esta
foi uma petição praticamente clandestina, porque não foi divulgada por
ninguém, nem teve qualquer divulgação pela comunicação social».
«Mesmo assim a petição conseguiu reunir, no espaço de um mês, mais de 125 mil
assinaturas de pessoas anónimas, o que demonstra a força e a vontade dos
portugueses», frisou.
Do encontro de hoje com o PCP, o movimento salientou o conhecimento que os
comunistas demonstraram sobre a matéria e frisou a abertura dos dois lados -
entre o partido e o movimento - no sentido da construção de soluções a partir
dos pontos comuns que levem à tomada de medidas concretas.
Último Reduto, 01-03-2004
(http://ultimoreduto.weblog.com.pt/)
Petição pró-Vida com cerca de 125 mil assinaturas
Costuma dizer-se que quem corre por gosto não cansa e que devagar se
vai ao longe. Tornando estes e outros ditados verdadeiros, o movimento
cívico "Mais
Vida, Mais Família" entregará na Assembleia da República cerca de
125.000 assinaturas em defesa da Vida e das famílias, contra o aborto
livre. Tudo isto sem grandes alaridos, sem berros e sem o empurrão da
comunicação social de referência. Aqui ficam a este respeito as
notícias do
Diário Digital, do
Portugal Diário, do
Público e da
Rádio Renscença.
Rádio Renascença, 28-02-2004
Petição a favor da
vida junta 123 mil assinaturas
A petição promovida pela Plataforma Mais Vida, Mais Família já conta com 123
mil assinaturas vindas de todo o país.
Para os próprios organizadores está-se perante "um sucesso".
Esta recolha de assinaturas surgiu para contrariar outra petição pedindo a
realização de novo referendo sobre o aborto que deu entrada há cerca de quinze
dias na Assembleia da República.
Trata-se, segundo explicou Luís Pereira de Almeida, da resposta dos
portugueses contrários à alteração da lei da interrupção voluntária da gravidez.
A entrega de assinaturas prossegue ao longo do fim-de-semana. Na terça-feira que
vem a petição é entregue ao Presidente da Assembleia da República.
Bispo do Porto contra o aborto
O bispo do Porto é um dos signatários da petição
que os movimentos pró-vida querem fazer chegar à Assembleia da República no
dia da discussão das propostas de alteração da lei da interrupção voluntária
da gravidez. Depois de, em Dezembro, ter revelado ao EXPRESSO ser contra a
penalização do aborto, D. Armindo reclama agora a manutenção da actual
legislação que criminaliza esta prática.
Com 37 mil assinaturas recolhidas, a petição foi
subscrita já por figuras como Valentim Loureiro, Pimenta
Machado e Fernando Santos.
(Noticia de ultima página do
Expresso de Sábado 21 de Fevereiro)
Diário de Notícias, 10-02-2004
Aborto
Francisco Sarsfield Cabral
Repita-se uma vez mais: o problema do aborto não é religioso, é moral. A crença
religiosa pesa, por exemplo, em questões como o suicídio. Quem acredita que a
sua vida é um dom de Deus não se sente autorizado a pôr termo a algo que lhe não
pertence, nem a ajudar outros a fazê-lo. Fora desta perspectiva religiosa, o
suicídio é aprovado por éticas de grande dignidade, como a estóica.
No aborto, o caso é outro. Se está aí em jogo uma outra vida, a da criança que
ainda não nasceu, então é obrigação moral respeitá-la e dever jurídico
protegê-la, como a qualquer vida humana. Ou não se tratará de uma vida humana?
Essa é, claro, a controvérsia. Decerto que, vivendo na barriga da mãe, a criança
que vai nascer não possui autonomia. Mas um bebé já nascido, com semanas ou
meses, também não a possui. A questão desloca-se, então, para saber a partir de
que momento o feto merece ser protegido como vida humana. Com todo o respeito
pelos que pensam de maneira diferente, é artificial e mesmo arbitrário marcar x
ou y semanas para esse ponto a partir do qual passaria a haver pessoa. Só há uma
resposta lógica: desde o princípio, desde a concepção.
Dantes, quando apenas no momento do parto se sabia se nascia menino ou menina, a
vida intra-uterina era ignorada. Hoje, com as ecografias feitas logo no início
da gravidez e com todos os meios disponíveis para seguir o desenvolvimento do
feto, existe uma nova consciência quanto ao ser que ali cresce. Muitos jovens
pais e mães valorizam essas imagens: para eles, são «fotografias» de filhos
seus. E já se fazem operações a fetos na barriga das mães. Parece cada vez mais
inverosímil considerar «aquilo» apenas um monte de células - como lhe chamaram
num debate na RTP.
Agência
Ecclesia, 27-01-2004
Petição a favor da vida
"A defesa da vida e da família que, nos últimos meses, voltaram a ser objecto de
insistentes e fortes ataques" é o objectivo central do Movimento cívico «Mais
Vida, Mais Família», lançado dia 24 de Janeiro, em Lisboa. Este grupo de
mulheres e homens propõe-se recolher mais de 75000 assinaturas até ao dia 27 de
Fevereiro, de modo a apresentá-las a todos os órgãos de soberania, antes do dia
3 de Março, dia em que está agendada na Assembleia da República a discussão
sobre a descriminalização/despenalização do aborto. Para Pedro Líbano Monteiro,
um dos seus principais subscritores, este é um grito de alerta de associações
ligadas à defesa da vida contra o chamado aborto a pedido.
"Parece que estamos a embarcar num processo que em Portugal todos estão de
acordo com a liberalização do aborto e que todos estão de acordo com o aborto a
pedido e isso não é verdade. Nós sabemos que não é verdade e é isso que
pretendemos mostrar recolhendo rapidamente muitas assinaturas. Faremos ver, não
só ao Governo como à Assembleia da República, que o povo português também pensa
de outra maneira" -
acentuou na Conferência de Imprensa do lançamento deste movimento.
Considerando interpretar "as mais profundas e genuínas convicções do povo
português, expressas, de resto, recentemente em referendo", pretendem os
signatários reafirmar a sua convicção "de que a valorização da vida humana deve
continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida
intra-uterina, através da definição como crime, da sua violação" - refere o
comunicado da «Mais Vida, Mais Família».
Público,
25-01-2004
Movimento "Mais
Vida, Mais Família" Lança Petição
Por ISABEL LEIRIA
Pela "valorização da vida
humana" e pela "protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina", um grupo de
cidadãos juntou-se em mais um movimento cívico. A associação tem como objectivo
a promoção de um abaixo-assinado, dirigido aos órgãos de soberania e a entregar
no dia 3 de Março, data do debate no Parlamento sobre a despenalização do
aborto. Chama-se "Mais Vida Mais Família" e os seus promotores fizeram ontem, em
Lisboa, a apresentação pública.
Várias organizações, como a
"Associação Mais Família", os "Jovens Socialistas Católicos", a Federação
Portuguesa pela Vida" ou a "Associação Portuguesa de Famílias Numerosas",
expressaram já o seu apoio ao movimento que reivindica, por um lado, que o
aborto continue a ser considerado um crime previsto no Código Penal, e, por
outro, que o Parlamento e o Governo aprovem legislação e medidas concretas de
apoio à gravidez, às famílias e de protecção ao embrião.
No abaixo-assinado que, a
partir de hoje, irá circular por todo o país, o movimento "Mais Vida Mais
Família" considera estar a "interpretar as mais profundas e genuínas convicções
do povo português, expressas recentemente em referendo". De resto, sustentou
Isabel Carmo Pedro, apresentada como "bióloga e mãe de família", para este grupo
de cidadãos a consulta popular nem sequer deveria ocorrer, na medida em que a "a
vida humana não é referendável".
Para além de todas as razões
culturais e humanistas e, actualmente, também demográficas, que justificam a
defesa da vida humana "desde a concepção até à morte natural", o movimento
acredita ainda estarem hoje reunidas as condições para que se "lute contra a
pobreza, a discriminação das mulheres, incluindo das mães grávidas no local de
trabalho, ou contra a falsa solução do recurso ao aborto, que deixa em quem o
pratica sequelas físicas e psicológicas que o tempo não consegue sarar".
Por todos estes motivos e
"indignado com o estado actual da discussão", o movimento "Mais Vida Mais
Família" decidiu lançar esta petição. Ao Governo e à Assembleia da República
pede-se, por exemplo, que no decorrer da revisão constitucional reforcem a
"protecção da vida". Ou que legislem no sentido da promoção da família nos
domínios fiscal, laboral, habitacional, da segurança social, da saúde e
educação. E ainda que seja criado um regime de protecção jurídica do ser humano
na sua fase embrionária, proibindo a clonagem ou a produção excedentária de
embriões, por exemplo.
No dia em que o líder do PS,
Ferro Rodrigues, assinou a petição que reclama um novo referendo sobre a
descriminalização do aborto, o coordenador nacional dos Jovens Socialistas
Católicos, Cládio Anaia, fez questão de estar presente no lançamento do
movimento "Mais Vida Mais Família" e de expressar as suas críticas à posição
assumida pela direcção do partido. "Entristece-me ver o PS perder-se nestes
'fait-divers', andando a reboque de uma esquerda jacobina, simbolizada pelo
Bloco de Esquerda. Acho que é anti-democrático que se vá de referendo em
referendo até se conseguir o resultado que alguns desejam", sustentou Claúdio
Anaia.
Expresso,
24-01-2004
Aborto provoca
guerra de petições
"OS MOVIMENTOS
Pró-Vida entram hoje na guerra das assinaturas, anunciando publicamente a
intenção de recolher «mais de 75 mil signatários» de um texto a enviar ao
Governo e à Assembleia da República que demonstre que «a maioria da população
portuguesa continua a ser contra a liberalização do aborto».
Considerado como um contramanifesto em relação à petição dos movimentos
pró-despenalização do aborto, os responsáveis por este abaixo-assinado querem
fazer chegar mais do que as 75 mil assinaturas necessárias para
uma petição até ao próximo dia 3 de Março, ao Parlamento. Precisamente nesse
dia, está agendado o debate sobre o aborto. Para Areias de Carvalho, da
Federação Pró-Vida, este é «um sinal político de que uma
fatia significativa da população quer manter a actual lei» e ainda exige
«medidas de reforço da protecção da vida, da promoção da família e da dignidade
do ser humano». A iniciativa vai ser hoje apresentada, em Lisboa, por um grupo
de mulheres não vinculadas a qualquer organização política ou religiosa. A
intenção é sublinhar que o movimento parte da sociedade civil e não de qualquer
tendência partidária ou sector da Igreja.
Os responsáveis do abaixo-assinado estão confiantes de que conseguem alcançar o
número de assinaturas, apesar do «contra-relógio». De referir que «temos apenas
um mês e meio», sublinha uma das responsáveis, «contra os seis meses necessários
para o trabalho dos movimentos pró-legalização».
Petição ultrapassa 75 mil assinaturas
A estratégia agora definida surge como um claro contra-ataque aos defensores da
despenalização do aborto, que, segundo o EXPRESSO apurou, têm iminente a
conclusão da recolha de assinaturas necessárias para forçar a discussão do
referendo no Parlamento. ... "
Blog "Por Causa
Dele"
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