Novidades

 

MAIS VIDA MAIS FAMÍLIA

MOVIMENTO CÍVICO NACIONAL

 

Agradecimento

 

 

Na hora de um primeiro balanço do que significam cerca de 200 mil assinaturas de cidadãos de Portugal na Petição Mais Vida Mais Família, impõe-se que agradeçamos a todos que, de norte a sul e em todas as ilhas, por todo o lado afirmaram desta forma tão espontânea, expressiva, clara e inequívoca que consideram:

1.     Que o combate ao aborto clandestino deve assentar na eliminação das suas causas económicas, sociais e psicológicas, objectivo que apenas tem sido prosseguido por iniciativas da sociedade civil, promovidas por aqueles que, em consonância com os progressos da ciência médica, defendem a vida humana e dignidade de cada ser humano, desde o momento da concepção até à morte natural;

2.     Que os valores expostos são inseparáveis de uma política de promoção da maternidade e da família enquanto instituição basilar da sociedade, designadamente no domínio das opções legislativas em matéria fiscal, laboral, de habitação, de segurança social, de saúde e de educação.

 

Considera o Movimento Mais Vida Mais Família, apoiado no valor das referidas 200 000 assinaturas na petição Mais Vida Mais Família, entregues dia 2 de Março ao Senhor Presidente da Assembleia da República, poder ficar seguro de estar a interpretar, desta forma reforçada, as mais profundas e genuínas convicções do povo português.

 

Assim sendo, e reforçando a vontade já expressa, de resto, recentemente em referendo, podemos reafirmar a convicção de todos nós, de que a valorização da vida humana deve continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina, através da definição como crime, da sua violação, como se apresentou na petição subscrita por 200 000 assinaturas e entregue aos órgãos de soberania.

 

Concluímos dizendo que estas 200 000 assinaturas de apoio às medidas propostas na Petição pedem que os referidos órgãos de soberania legislem e aprovem medidas para:

 

1.     O reforço da protecção da vida e dignidade de cada ser humano, no decorrer da actual revisão constitucional;

2.     Um regime legal de protecção jurídica de cada ser humano, na sua fase embrionária;

3.     A promoção da família nos domínios fiscal, laboral, habitacional, da segurança social, da saúde e da educação e

4.     A defesa da vida e da dignidade de cada ser humano, em particular, da mulher, muito em especial de apoio à mãe grávida em dificuldade, bem como ao recém-nascido.

 

 

A todos (na impossibilidade de o fazermos a cada um pessoalmente) o nosso agradecimento muito reconhecido pelo modo como se empenharam nestas causas e, de muitas e diversas formas, na concretização desta firme manifestação em defesa da vida e da família.

Bem-haja a todos.

 

 


 

DIA 3 DE MARÇO

12.30h CONCENTRAÇÃO

NO LARGO DA ESTRELA

 

13H00 Caminhada silenciosa até à Assembleia da República

 

APRESENTAÇÃO DO
ABAIXO ASSINADO

 

MAIS VIDA MAIS FAMÍLIA

 

POR LEIS DE APOIO

À VIDA E À FAMÍLIA

 

CONTRA O ABORTO LIVRE

 

VENHA E PARTICIPE,

TESTEMUNHE O SEU QUERER

 

Já assinou a petição?

Ainda vai a tempo. Veja como em:

 

WWW.PETICAO-VIDA.ORG

 


 

Comunicado de imprensa de 'Mais vida, mais família'

190.635 PORTUGUESES ASSINAM POR “MAIS VIDA, MAIS FAMÍLIA”

(informação divulgada em conferência de imprensa)

 

O movimento cívico “MAIS VIDA, MAIS FAMÍLIA” (www.peticao-vida.org) realizou hoje, pelas 15h00, uma Conferência de Imprensa no Hotel Lisboa Marriot, com o objectivo de fazer um balanço desta iniciativa popular, que decorreu entre os dias 24 de Janeiro e 27 de Fevereiro.

 

1. O movimento “MAIS VIDA, MAIS FAMÍLIA” recolheu, até ao momento, 190.635 ASSINATURAS no abaixo assinado que está a promover a nível nacional com o propósito de defender a vida humana e a família (nota: este não é ainda o número final, visto que muitos contributos continuam a chegar um pouco de todo o país).

 

2. Esta foi uma iniciativa popular sem qualquer apoio institucional que conseguiu, num espaço de tempo de apenas um mês, ultrapassar largamente o número de assinaturas recolhidas pelo maior partido da oposição parlamentar, em colaboração com outros partidos, ao longo de 6 meses e com uma enorme cobertura mediática, meios financeiros e toda uma máquina partidária a trabalhar em uníssono.

 

3. A adesão popular excedeu as nossas melhores expectativas. O sucesso desta iniciativa demonstra que há uma grande parte da população portuguesa que não se revê nas opiniões ultimamente veiculadas erradamente como maioritárias e que estava ansiosa por poder manifestar o seu sentir.

 

4. É, portanto, uma falácia a ideia tão propagada de que o povo mudou a sua opinião e, portanto, se justifica um novo referendo. Se houve mudanças na sociedade portuguesa foi no sentido de uma maior consciencialização, em especial devido aos avanços da Ciência, da realidade dos bebés em gestação e dos direitos que lhes são devidos.

 

5. Recusamos a visão dicotómica instalada do “Sim” e do “Não” ao aborto. Todos se dizem contra o aborto, pelo que apelamos ao Governo e à Assembleia da República que legislem medidas concretas no sentido de criar uma verdadeira cultura de vida, contra uma cultura de morte que a nada conduz.

 

6. Relembramos aquilo que é pedido às entidades competentes:

a) O reforço da protecção da vida e dignidade de cada ser humano, no decorrer da actual revisão constitucional;

b) Um regime legal de protecção jurídica de cada ser humano, na sua fase embrionária;

c) Iniciativas legislativas de promoção da família nos domínios fiscal, laboral, habitacional, da segurança social, da saúde e da educação e

d) Medidas concretas de defesa da vida e da dignidade de cada ser humano, em particular, da mulher, muito em especial de apoio à mãe grávida em dificuldade, bem como ao recém-nascido.

 

7. Pretendemos, desta forma, reafirmar a convicção de que a valorização da vida humana deve continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina, e sendo o aborto intrinsecamente um mal, deve manter-se a sua definição como crime sujeito a punição.

 

 

Lisboa, 01 de Março de 2004

 

Contactos:

Luís Pereira de Almeida

Encarregado de Imprensa

“Mais Vida, Mais Família”

www.peticao-vida.org

Tel.: 93 7209125

Topo

 


 

 

MAIS DE 123.000 ASSINATURAS POR “MAIS VIDA, MAIS FAMÍLIA”

  

O movimento cívico “MAIS VIDA, MAIS FAMÍLIA” (www.peticao-vida.org) vem por este meio informar que ultrapassou já as 123 mil assinaturas no abaixo assinado que está a promover a nível nacional com o propósito de defender a vida humana e a família, estando a campanha de recolha de assinaturas a ultrapassar em força e dinamismo as nossas melhores expectativas.

 

Estes resultados, ainda longe dos definitivos, são tanto mais significativos quanto se sabe que este abaixo-assinado foi lançado no passado dia 24 de Janeiro, tendo, portanto, apenas um mês de existência.

 

Ao assinar de forma massiva o Manifesto “Mais Vida Mais Família” as portuguesas e os portugueses estão a afirmar, uma vez mais, a sua profunda convicção de que a vida humana deve continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina, através da definição como crime da sua violação, apelando simultaneamente aos órgãos de soberania para que aprovem legislação e políticas de promoção da Família e da protecção e dignidade de cada Vida Humana.

 

Na próxima 2ª feira, dia 1 de Março, o “Mais Vida Mais Família” fará uma conferência de imprensa onde apresentará o balanço deste verdadeiro movimento popular.

 

Lisboa, 28 de Fevereiro de 2004

 

Contactos:

Luís Pereira de Almeida

Encarregado de Imprensa

“Mais Vida, Mais Família”

www.peticao-vida.org

Tel.: 93 7209125

 


 

Para além dos apoios anónimos que têm chegado todos os dias ao Movimento "Mais Vida, Mais Família", muitas são as figuras públicas que expressam o seu apoio a esta causa.

 Entre as adesões mais recentes, contam-se as seguintes:


- Francisco Rebelo de Andrade (finalista da Operação Triunfo)

- Pimenta Machado (presidente do Vitória de Guimarães)

- Fernando Santos (treinador de futebol do Sporting Clube de Portugal)

- Laurinda Alves (jornalista)

- Pedro Granger (actor e apresentador de televisão)

- Maria Ana Bobone (fadista)

- Jorge Bacelar de Gouveia (advogado e constitucionalista)

- D. Duarte Pio (Duque de Bragança)

- Magalhães Crespo (administrador delegado da Rádio Renascença)

- Valentim Loureiro (presidente da câmara de Gondomar e presidente da    Liga de Clubes de Futebol Profissional)

- Eurico de Melo (ex-deputado do PSD)

- João César das Neves (economista e professor universitário)



- Real Associação de Lisboa

- Associação Sabor da Vida